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E-commerce • Moda infantil

Três anos de estrutura, e uma loja vendendo 57% mais

O cliente já anunciava. Só não sabia exatamente o que estava funcionando, nem o que estava sendo desperdiçado.

+57%de receita da loja
+39%de pedidos por mês
+76%de eficiência no Meta Ads

O traqueamento não dizia quanto cada venda valia

Quando chegamos, a loja já funcionava bem. Uma operação madura, com produtos de demanda comprovada e equipe rodando. O dono não precisava ser convencido de que a internet era importante, ele já anunciava no Google e no Meta há algum tempo.

O problema era mais sutil. As vendas apareciam, mas ninguém sabia de onde vinham de verdade. O traqueamento do Google Ads não registrava os valores das conversões. O sistema enxergava que uma venda aconteceu, mas não quanto essa venda valeu. O algoritmo otimizava no escuro, sem distinguir uma venda pequena de uma venda grande. Na Meta, criativos de marca disputavam orçamento com campanhas de venda, sem separação de propósito.

A loja crescia e os anúncios rodavam, mas ninguém sabia dizer o que estava puxando o quê, nem o que cairia se alguma campanha parasse.

Consertar a medição antes de mexer em campanha

A primeira entrega não foi uma campanha nova. Foi consertar o que já existia para que pudéssemos enxergar com clareza. Corrigimos o traqueamento via Google Tag Manager para que os valores de conversão chegassem corretamente ao Google Ads. A partir dali, cada decisão de lance e orçamento passou a ser baseada em receita, e não em contagem de pedidos.

Com os dados funcionando, a estrutura ficou legível. E foi aí que apareceu o trabalho de verdade.

No Google Ads, separar o que estava competindo junto

A campanha de marca rodava misturada com as de aquisição. Quem procura a loja pelo nome já decidiu comprar, então essas vendas saem baratas e puxam a média da conta para cima. Com tudo junto, o painel mostrava um resultado bom que escondia o desempenho real das campanhas que precisam conquistar cliente novo. Isolamos a campanha de marca e negativamos o nome nas demais. As campanhas de aquisição passaram a ser cobradas pelo que realmente trazem, e ficou possível decidir orçamento olhando para o cliente novo.

Pesquisa e display também rodavam na mesma campanha, arranjo em que a rede de display consome a verba em impressão barata e devolve pouca venda. Separamos por completo. A pesquisa ficou só com quem procura ativamente, e o display virou canal exclusivo de remarketing, falando com quem já visitou a loja.

No Shopping, dividimos as campanhas por faixa etária. Cada fase da criança tem demanda, concorrência e ticket diferentes, e numa campanha única a plataforma decide sozinha onde gastar. Com a separação, deu para ver onde havia demanda não atendida e onde o dinheiro estava sendo mal empregado. Produtos em promoção também receberam campanha e orçamento próprios, para não competir com os produtos de linha e não distorcer a leitura dos resultados.

No Meta Ads, alinhar o que a campanha pede com o que o criativo entrega

O algoritmo aprende com a estrutura da conta e os dados que recebe. O criativo tem o papel estratégico de buscar o público de acordo com o objetivo que se deseja. Por isso, fizemos um trabalho de curadoria dos criativos, entendendo quais eram focados em venda e quais tinham o papel de marca, e cada grupo ganhou campanhas e orçamentos específicos.

O funil passou a ter divisão clara. No topo, públicos novos por perfil demográfico, interesse e semelhança com quem já comprou. No meio e no fundo, remarketing segmentado por proximidade da compra.

E continua crescendo

Crescer 57% sobre uma base que já era grande custa mais caro do que multiplicar uma operação pequena. E aqui o crescimento veio parelho, mês a mês, porque a estrutura foi montada para durar em vez de entregar um pico.

É isso que aparece três anos depois. Com a medição correta e cada campanha com um propósito só, cada canal passou a ser cobrado pelo que entrega. O Google gera 65% mais receita do que gerava, o Meta melhorou 76% o retorno sobre cada real investido, e a loja segue cliente.

Se você reconhece esse cenário na sua operação, vendas acontecendo mas sem clareza real de onde vêm, é exatamente disso que tratamos. A primeira conversa serve para olhar a sua conta e apontar onde está o dinheiro que não está aparecendo.